Rede Um Grito Pela Vida prepara mobilização nacional pelo 23 de setembro

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Com o grito “O corpo não é mercadoria. A vida é sagrada!”, os núcleos da Rede ocuparão ruas, escolas e espaços públicos para denunciar a exploração sexual e o tráfico de mulheres e crianças.

Em mais uma data que chama à luta e à defesa da dignidade humana, a Rede Um Grito Pela Vida prepara uma ampla mobilização para o 23 de setembro, Dia Mundial contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

Neste ano, a Rede leva às ruas um grito de força, resistência e compromisso através do tema: “O corpo não é mercadoria. A vida é sagrada! Mulheres e crianças livres do tráfico de pessoas.”.

A mensagem está no centro do material preparado para a mobilização e reafirma que nenhuma vida pode ser transformada em objeto de exploração ou lucro. A campanha também destaca a resistência como atitude coletiva diante das diferentes formas de violência que atingem especialmente mulheres, crianças e adolescentes.

“Em diferentes regiões do Brasil, os Núcleos da Rede Um Grito Pela Vida já organizam suas ações. Ruas, escolas, praças, igrejas, espaços públicos, ambientes eclesiais e órgãos de governo estarão entre os locais escolhidos para informar, sensibilizar e convocar a sociedade a enfrentar esse crime.”, destaca Irmã Isabel do Rocio Kuss, coordenadora nacional da Rede.

Para fortalecer as mobilizações, com o patrocínio de congregações religiosas e entidades parecerias, foram produzidos flyers informativos que destacam o significado do 23 de setembro e apresentam informações para ajudar a população a compreender o tráfico de pessoas e a exploração sexual, reconhecer sinais de alerta e conhecer os canais de denúncia e proteção. O material chama atenção, por exemplo, para falsas promessas de emprego, viagens pagas por desconhecidos, retenção de documentos, isolamento, ameaças e restrição da liberdade.

Uma luta que não acontece apenas em uma data

Irmã Isabel destaca que, para a Rede Um Grito Pela Vida, o enfrentamento ao tráfico de pessoas é um compromisso permanente. “O 23 de setembro se torna uma oportunidade ainda mais forte para pautar o tema na Igreja e na sociedade, ampliar a informação e provocar comunidades, instituições e poder público a assumirem sua responsabilidade na prevenção e no enfrentamento dessa grave violação de direitos humanos.”, afirmou.

A mobilização também reforça a defesa da vida de mulheres, crianças e adolescentes, grupos especialmente vulneráveis à exploração e ao tráfico de pessoas, e convoca toda a sociedade a romper a indiferença diante desse crime.

O corpo não é mercadoria. A vida é sagrada! Mulheres e crianças livres do tráfico de pessoas.


 

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