A Coordenação Nacional e os serviços da Rede Um Grito Pela Vida esteve reunida nos dias 8 e 9 de setembro, em São Paulo (SP). Foram dois dias vividos em clima de unidade, sinodalidade, escuta e compromisso com a missão de prevenção e enfrentamento ao tráfico de pessoas.
Participaram os integrantes da Coordenação Nacional: Irmã Sirleide Cabral de Oliveira, Irmão Carlos Lins; as referenciais regionais: Ir. Denise Alves Morra (Nordeste); Irmã Maria Aparecida Cirico Maciel (Região Santa Bakhita – Sul, Sudeste e Centro-Oeste), Irmã Teresinha Scapin (Região Amazônica); os serviços: Rômulo Ferreira, secretário, e Magnus Regis, serviço de Comunicação. Acompanharam de forma remota, Irmã Isabel Do Rocio Kuss e Irmã Sandra Ede (Coordenação Nacional) e a Irmã Rosa Elena Cipres Diaz.
A reunião teve entre seus principais objetivos avançar na redação e consolidação do Plano Trienal da Rede, resgatando compromissos assumidos na Assembleia Trienal de 2025. O encontro também possibilitou avaliar os resultados e impactos das campanhas nacionais, identificar boas práticas e reconhecer aspectos que podem ser fortalecidos.
Um ponto importante foi a partilha sobre a realidade das diferentes regiões e dos Núcleos da Rede. A partir dos relatos das Referenciais, o grupo refletiu sobre a caminhada, os desafios locais e as possibilidades de maior integração e cooperação entre as regiões.
A programação articulou momentos de mística, integração, avaliação e planejamento. No primeiro dia, foram realizadas a apresentação das regiões e a avaliação da mobilização do 30 de julho, Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas. Também estiveram em pauta os serviços de Comunicação e Secretaria Executiva, o Regulamento da Rede e a retomada do Plano Trienal.
No segundo dia, o olhar esteve especialmente voltado para o futuro, com a construção do planejamento para 2027 e 2028. Momentos de convivência, mística e avaliação também integraram a programação, reforçando o cuidado com os vínculos e com a caminhada coletiva.
O planejamento reafirmou ainda as três prioridades que orientam a Rede no triênio: processos formativos integrais, atentos às novas modalidades do tráfico de pessoas e às vulnerabilidades contemporâneas; mobilização social e incidência eclesial e política, em defesa da justiça social e do bem comum; e o cultivo da mística e da cultura do cuidado, por meio da escuta, da compaixão e da corresponsabilidade.
Mais do que um espaço de organização das ações, o encontro fortaleceu a comunhão e a corresponsabilidade que sustentam a Rede Um Grito Pela Vida. Em unidade e sinodalidade, a Coordenação Nacional segue articulando caminhos para fortalecer os Núcleos e ampliar a missão de defender a dignidade e a vida diante das diferentes expressões do tráfico de pessoas.













